ESTUDO PARA GRUPO FAMILIAR
IABR – 07 DE FEVEREIRO DE 2010
ISAIAS 35:1 A 10

 

1) Este Capitulo de Isaias se refere a restauracao do que?

2) Por que o Libano, o Carmelo e Saron sao mencionados especialmente aqui em Isaias 35?

3) No verso 3, de quem sao os joelhos fracos e as maos frouxas? Que aplicacao tiramos para os dias de hoje?

4) A promessa do versiculo 5 eh literal ou figurada? Ou seja, ela fala sobre restauracao destes problemas fisicos ou espirituais? (cegueira e surdez)

5) Segundo o verso 8, Por que so os justos caminharao por este caminho? O que voce entende com a expresso de que “ ate o louco”, que andasse pelo caminho justo nao erraria?

6) Que certeza preciosa teremos segundo o verso 10?

 

 

RESPOSTAS SUGESTIVAS
1)
Se refere a restauracao da terra, do nosso planeta terra. As regiões áridas e desérticas do mundo que agora conhecemos, não existirão mais. Tudo novo se farah e todas as coisas serao renovadas e restauradas.
2)
Os Montes do Líbano, o Monte Carmelo e a Planicie de Sarón, se destacavam por seu verdor e sua formosura. Infelizmente, com tantas assolacoes e com tanta adoracao a Deuses falsos nestes lugares, estas regioes foram despojadas de sua beleza e verdor e estavam desertas, como podemos ver no cap. 33:9. Mas o texto traz a promessa de que elas serao restauradas por Deus e terao novamente beleza e formosura edenicas. (veja os caps. 41: 19; 55: 12-13; 65: 10). 
3)
Naquele tempo, muitos do povo de Deus estavam tristes por estarem sofrendo o Cativeiro e por verem o inimigo prosperar e os assolar. Estavam fracos e desanimados achando que nao haveria mais salvacao nem restauracao. Deus deu esta mensagem a Isaias para que os fieis mensageiros de Deus anunciem as Boas novas de restauracao e vitoria para os que se encontrassem desanimados e fracos. Sempre houve, para eles e para nos, uma esperanca futura. Uma certeza de vitoria. Assim tambem nos dias de hoje, muitos ha que estao precisando ouvir destas boas novas para terem seus “ joelhos e maos “ firmadas por esta esperanca de restauracao eterna. Alem disso devemos anunciar que o nosso Deus livrara esta terra do pecado e do mal, para todo o sempre (ver o verso 4). Temos que anunciar isto ao Mundo!
4)
Esta promessa se cumprirá tanto no sentido literal como figuradamente. Aos que foram espiritualmente cegos (cap. 6: 9-10) se lhes abrirao os olhos da visão espiritual para sempre, e tambem quanto aos ouvidos daqueles que tinham sua percepção moral limitada. Por outro lado, na terra nova todas as doenças físicas serão, tambem, sanadas. 
5)
O “Caminho Santo” ou o com caminho de que trata este verso, não seria para os "imundos" ou hipócritas. Apenas os justos caminhariam por ele. Alem disso, ele estaria tão claramente marcado, que mesmo os mais simples, se procurassem honradamente a verdade, não poderiam perder-se. Os loucos tratados neste versiculos sao os mais simples, os que embora tenham limitado conhecimento intelectual, sao sinceros de coracao e buscam a Deus. Finalmente, "todos os isentados de Jehová" voltariam a Siao por este Caminho, "com alegria; e gozo perpétuo" (ver com. Isa. 35: 10; cf. Isa. 52: 1; Joel 3: 17). Infelizmente, como esta promessa tambem era para o povo de Israel da epoca de Isaias, e eles nao foram fieis a Deus, logo nao puderam atingir o glorioso destino que poderia ter sido seu. As promessas deste capítulo pertencem agora à igreja de hoje e devemos viver nesta esperanca e nesta verdade. (Se voce desejar, pode enriquecer este estudo lendo duas paginas do livro Profetas e Reis: pags. 37- 38, que tratam do cantico e da alegria que brota de um lugar de adoracao onde Deus habita – coloquei abaixo o texto destas paginas, just in case). 
6)
Nao sofreremos mais. Nao havera morte nem medo. Nem dor nem tristeza. Vejam que a alegria e o jubilo serao alcancados e os sentimentos de dor e sofrimento “ fugirao” de nos. Nunca mais os sentiremos. Jamais. Amem. Ora vem Senhor Jesus para nos buscar!

 

 

Profetas e Reis – pags.37 e 38
“ O local em que o templo fora construído era, havia muito, considerado sagrado. Foi ali que Abraão, o pai dos fiéis, revelara sua disposição de sacrificar seu único filho, em obediência à ordem de Jeová. Ali renovara Deus com Abraão o concerto de bênção, que incluía a gloriosa promessa messiânica feita à espécie humana, de libertamento por meio do sacrifício do Filho do Altíssimo. Foi ali que, quando Davi ofereceu sacrifícios queimados e ofertas pacíficas para deter a espada punitiva do anjo destruidor, Deus lhe respondeu com fogo enviado do Céu. I Crôn. 21. E agora os adoradores de Jeová mais uma vez ali estavam, para encontrar-se com seu Deus e renovar-Lhe os votos de fidelidade.
    O tempo escolhido para a dedicação fora o mais favorável - o sétimo mês, quando o povo de todas as partes do reino estava acostumado a reunir-se em Jerusalém para celebrar a Festa dos Tabernáculos. Esta festa era preeminentemente uma ocasião de regozijo. Os labores da colheita haviam findado, as atividades do novo ano ainda não começara, o povo estava livre de cuidados e podia abandonar-se às influências sagradas, jubilosas do momento.
No tempo indicado, as tribos de Israel, com representantes de muitas nações estrangeiras ricamente vestidos, reuniram-se nos átrios do templo. A cena era de esplendor incomum. Salomão, com os anciãos de Israel, e os mais influentes homens dentre o povo, retornaram de outra parte da cidade, de onde haviam trazido a arca do testamento. Do santuário nos altos de Gibeom tinha sido transferida a antiga "tenda da congregação, com todos os vasos sagrados, que estavam na tenda" (II Crôn. 5:5); e esses queridos relicários das mais remotas experiências dos filhos de Israel durante seu vaguear no deserto e a conquista de Canaã, encontravam agora uma morada permanente no esplêndido edifício que fora construído para ocupar o lugar da estrutura portátil.
    Levando ao templo a arca sagrada que continha as duas tábuas de pedra em que, pelo dedo de Deus, haviam sido escritos os preceitos do decálogo, Salomão seguira o exemplo de seu pai Davi. A cada seis passos oferecia sacrifícios; e com canto e música e com grande cerimônia, "trouxeram os sacerdotes a arca do concerto do Senhor ao seu lugar, ao oráculo da casa, à santidade das santidades". II Crôn. 5:7. Ao penetrarem no interior do santuário, tomaram os lugares que lhes eram designados. Os cantores - levitas vestidos de linho branco, com címbalos, e com alaúdes, e com harpas - permaneceram de pé para o oriente do altar, e com eles até cento e vinte sacerdotes que tocavam as trombetas. II Crôn. 5:12.
    "Eles uniformemente tocavam as trombetas, e cantavam para fazerem ouvir uma só voz, bendizendo e   louvando ao Senhor; e levantando eles a voz com trombetas, e címbalos, e outros instrumentos músicos, e bendizendo ao Senhor, porque era bom, porque a Sua benignidade durava para sempre, a casa se encheu de uma nuvem, a saber, a casa do Senhor, e não podiam os sacerdotes ter-se em pé, para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do Senhor encheu a casa de Deus." II Crôn. 5:13 e 14.
    Compreendendo o significado desta nuvem, Salomão declarou: "O Senhor tem dito que habitaria nas trevas. E eu Te tenho edificado uma casa para morada, e um lugar para a Tua eterna habitação." II Crôn. 6:1 e 2.